terça-feira, 8 de setembro de 2009

1º Ano: Núcleo celular e Síntese proteíca

Após o estudo do conteúdo você deverá ser capaz de desenvolver os seguintes objetivos:

  • Conceituar: cromossomos, cromatina, gene, genoma e cariótipo.
  • Citar e identificar os componetes da estrutura do núcleo dos eucariotas.
  • Descrever as etapas da transcrição: onde ocorre, moléculas iniciais, enzimas e moléculas finais.
  • Descrever as etapas da tradução: onde ocorre, moléculas iniciais e moléculas finais.
  • Citar as funções desempenhadas pelo núcleo celular.
  • Reconhecer as funções do núcleo em situação-problema.
  • Explicar a universalidade e a degeneração do código genético.
  • Relacionar as funções do DNA, RNAm, RNAr e RNAt na síntese proteíca.
  • Interpretar a tabela do código genético para a produção das proteínas.
  • Identificar moléculas proteícas que podem se formar a partir da tradução.
  • Identificar as diferentes funções das proteínas no organismo.
  • Diferenciar célula diplóide (2n) de célula haplóide (n) para montar o cariótipo.

Torço por vocês!!!

bjos

2º ANO: Fisiologia e classificação dos cordados

Após o estudo do conteúdo você deverá atingir os seguintes objetivos:
  • Reconhecer as características gerais dos cordados.
  • Comparar, evolutivamente, as características compartilhadas por anfíbios terrestres, répteis e aves.
  • Identificar os animais que representam o Philo Chordata.
  • Comparar o sistema digestório de peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos.
  • Descrever as características da digestão dos ruminantes.
  • Interpretar gráficos que relacionam a variação da temperatura do corpo com o metabolismo animal (ectotérmico/homeotérmico).
  • Identificar as funções de cada parte do encéfalo - cérebro, bulbo, ponte, cerebelo - com seu tamanho em relação aos diferentes grupos de cordados.
  • Comparar, fisiologicamente e anatomicamente, o sistema cardiovascular dos cordados (circulação).
  • Interpretar as variações da pressão sanguínea nos diferentes vasos - artérias, veias e capilares.
  • Interpretar gráfico de variação de pressão sanguínea.
  • Interpretar esquemas do sistema circulatório e respiratório dos cordados.
  • Diferenciar as características das ordem dos peixes - condríctes e osteíctes; dos anfíbios - anuros, urodelos e ápodes; dos répteis - lacertílios, chelônios e crocodilianos.
  • Relacionar as características evolutivas de cada grupo.

Desejo sucesso para todos vcs!

bjos

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Evolução dos vegetais

Aparentemente as plantas parecem seres vivos inertes mas são seres vivos auto-suficientes pois não necessitam de se locomover para obter alimentos e nem para a reprodução.


Então como se mantem?


A resposta é simples os vegetais são autotróficos, ou seja, são capazes de produzir seu próprio alimento através da reação química de fotossíntese e isso explica o fato de serem fixos a um substrato.


E quanto a reprodução?


Entre as classes que formam o Reino Vegetal, as Briófitas e as Pteridófitas são dependentes diretos dos fatores ambientais como a disponibilidade de água para a fecundação. Já as Gimnospermas e as Angiospermas são plantas totalmente terrestres que independem da água para a reprodução mas tem dependência dos agentes polinizadores e dos dispersores das sementes que fazem o movimento de fluxo genético entre os indivíduos.




As plantas foram e continuam sendo responsáveis pela manutenção da vida dos animais porque:

  • Ao realizarem a fotossíntese retiram da atmosfera o gás carbônico que é um gás estufa - CRÉDITOS DE CARBONO (países que possuem reservas florestais podem receber de países altamente poluidores créditos financeiros para manterem essas reservas). Bom para os brasileiros se preservarmos a Amazônia. - conclui-se que contribuem para a diminuição desse efeito.
  • A fotossíntese também produz carboidratos que serão utilizados como fonte primária de energia dos seres vivos.
  • As florestas mantem a qualidade da água, do solo e do ar.
  • Atração da fauna e manutenção da biodiversidade.


PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS EVOLUTIVAS DOS VEGETAIS:





Briófitas: preferem locais sombreado e úmido, fase duradoura é o gametófito (n) e a passageira é o esporófito (2n), reproduzem por metagênese com dependência da água. Ex: musgo.

Pteridófitas: preferem locais sombreado e úmido, fase duradoura é o esporófito (2n) e a passageira o gametófito (n), reproduzem por metagênese com dependência da água. Ex: samambaia.

Gimnospermas: preferem o clima frio ou temperado, fase duradoura é o esporófito e a passageira o gametófito, reprodução com polinização do vento (anemofilia) e sementes com dispersão feita por animais (zoofilia). Gameta masculino: célula germinativa e tubo polínico e Gameta feminino: oosfera. Semente:Pinhão. Ex: pinheiro, araucária, sequóia.

Angiospermas: são amplamente distribuidas, mantem as mesmas fases das Gminospermas porém a sua polinização e dispersão de sementes são dependentes de animais. Nesse grupo os frutos protegem as sementes e também atraem os animais para realizarem a sua dispersão. Ex: bananeira, roseira, laranjeira, gramíneas etc.

Espero ter contribuido com vcs!

Saudações biológicas :)

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Digestão Comparada dos Cordados

MAMÍFEROS:


O Homem:

No homem a digestão é dividida em duas etapas: mecânica - feita pela mastigação do alimento - e química - feita por ação das enzimas digestivas.


A digestão inicia-se na boca com a mastigação dos alimentos e a salivação da boca.


A saliva é produzida nas glândulas salivares e sua constituição química é a enzima ptialina ou amilase salivar que realiza a digestão do amido.


Após ser mastigado o alimento é deglutido e é conduzido até o estômago através do esôfago - órgão muscular de contração involuntária - que inicia os movimentos peristálticos da digestão.




Ao chegar no estômago o bolo alimentar sofre a ação da enzima pepsina - antes pepsinogênio que sofre a ação do ácido clorídrico tornando-se ativo - responsável por iniciar a digestão das proteínas essa etapa é conhecida por quimificação e agora o alimento passa a se chamar quimo.

O peristaltismo faz com que o quimo chegue até o intestino delgado, local onde ocorrerá as últimas etapas da digestão e a absorção de nutrientes.


No intestino delgado o quimo sofre a ação da bile - produzida no fígado - que diminui o tamanho das moléculas de lipídios; ao mesmo tempo o pâncreas lança o suco pancreático que junto com o suco entérico produzido pelo próprio intestino irão realizar a digestão visto que, possuem diversas enzimas como: lipases, maltases, peptidades, nucleases...


Na porção final do intestino delgado ocorre a absorção dos nutrientes na vilosidades - especializações da membrana plasmática que aumentam a superfície de absorção - o que não for absorvido no intestino delgado é enviado para o intestino grosso.


No intestino grosso ocorre a absorção de água e a formação das fezes que são eliminadas através do ânus.











AVES:


Nas aves ocorrem algumas modificações no sistema digestório porque esses animais possuem necessidades como o voo, assim; perderam os dentes que foram substituídos pelo bico, papo e moela.


O bico está diretamente relacionado e adaptado ao tipo de alimento do animal, portanto varia de formato e tamanho de acordo com a espécie observada.


O papo tem uma função parecida com a saliva, pois armazena temporariamente o alimento para torná-lo mais mole.

A moela pode ser comparada à boca e aos dentes dos mamíferos pois permite através da contração muscular quebrar o alimento em pedaços menores já que ainda não havia sido mastigado.



Outra diferença desse sistema é a presença de cloaca como porção final. A cloaca é utilizada tanto como via de excreção (ácido úrico), quanto digestão e postura de ovos (reprodução).










Répteis e Anfíbios






















Esses dois grupos de vertebrados tem por característica principal a ausência das glândulas salivares, o esôfago muito curto e a presença de uma glândula para a produção muco na cavidade bucal.




Os anfíbios e Os répteis Lacertílios possuem uma língua capaz de se lançar sobre a presa mesmo em grande distância.

Répteis Chelônio possuem bico córneo e os Ofídios possuem a língua bifurcada que também é utilizada como órgão sensorial.

Peixes:







Nos peixes notamos a ausência de glândulas salivares e intestino com válvula em espiral que exercem a mesma função das microvilosidades dos mamíferos.

Peixes ósseos tem o sistema digestório terminado em ânus e os cartilaginosos tem na porção final do sistema digestório a cloaca.

Nesses animais o fígado armazena óleo para facilitar a flutuação na água.

bjos.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Evolução do Sistema digestório dos Cordados


É incrível como os seres vivos se adaptaram ao longo da evolução da vida para poder desfrutar da natureza.
Nos Cordados assim como nos invertebrados as condições ambientais favoreceram e ainda favorecem para a seleção das melhores característica nas espécies. Assim, todos os cordados apresentam um sistema digestório completo, órgãos especializados e produção de diferentes enzimas de acordo com suas necessidades biológicas e nutricionais.
Assista abaixo vídeos sobre a digestão. (os slides estão disponíveis em: Fisiologia Comparada)

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domingo, 30 de agosto de 2009

GENE : a unidade fundamental da vida

O gene - porção do DNA capaz de produzir um efeito do organismo que seja hereditário e possa ser alvo da seleção natural - é quem comanda, quem busca perpetua-se. Os organismos são máquinas de sobrevivência construídas pelos genes, a culminância de um processo competitivo que visa construir a máquina mais eficaz.


Assista ao vídeo abaixo que mostra como um gene pode formar uma proteína:




Lembre-se sempre das etapas de produção das proteínas:


*TRANSCRIÇÃO:



  • ocorre no núcleo das células eucariotas e no citoplasma das procariotas.

  • nessa etapa o DNA por ação da enzima RNA-polimerase forma uma molécula de RNAm (mensageiro).

  • cada três bases do RNAm forma um códon e codifica um aminoácido da cadeia proteíca.

  • depois de formado o RNAm ultrapassa a carioteca e chega ao citoplasma para iniciar a tradução.

*TRADUÇÃO:



  • o RNAm associa-se ao ribossomo que faz a leitura de seus códons.

  • os códons lidos acionam as moléculas de RNAt (transportador) do citoplasma a identificar o aminoácido correspondente.

  • para cada códon do RNAm existe um anti-códon correspondente no RNAt.

  • uma vez que os aminoácidos se unem a síntese da proteína acontece.

  • as proteínas formadas terão diferentes destinos na célula.